14 setembro, 2009

Galeandra minax

Essa é minha paixão, ela não sobreviveu a mudança de casa, mas fica minha saudade!

Nome científico: Galeandra Minax
Família: Orquidaceae
Origem: Brasil

São orquídeas que gostam de clima quente e úmido, alternando com períodos secos e quentes. Elas florescem geralmente no verão. Se colocadas em meia-sombra ela fica super feliz, gosta de lugar fresquinho.
Embora o gênero Galeandra ocorra desde o México até a Bolívia também, o centro de distribuição encontra-se na região amazônica (pelo menos 15 espécies). Aparece desde o nível do mar até 500 m de altitude recebendo uma luminosidade intensa. Algumas vezes chegando a ficar diretamente exposta aos raios solares e sempre crescendo bem próxima aos cursos de água.

12 setembro, 2009

Phalaenopsis

Nome científico: Phalaenopsis hybrido
Família: Orquidaceae
Origem: Ásia tropical.

Herbácea epífita característica de meia-sombra em locais bem úmidos. O solo deve ser bem drenado ou de xaxim. Esse gênero apresenta diversos híbridos nas mais variadas cores, mas todos eles irão exigir umidade do ar alta. Nos dias mais secos elas sofrem bastante com a pouca umidade, sendo necessário borrifar as plantas quando cultivadas em interiores. Junto a outras plantas em locais semi-sombreados, suas chances são bem maiores.

Dionaea muscipula


Nome Científico: Dionaea muscipula
Nome Popular: Dionéia, vênus-caça-moscas, vênus-papa-moscas
Família: Droseraceae
Origem: Estados Unidos

A dionéia é uma planta herbácea carnívora nativa dos pântanos do sudeste dos Estados Unidos, nos estados da Carolina do Norte e do Sul. Ela é uma das pouquíssimas espécies de plantas capazes de realizar movimentos, juntamente com a drosera e a dormideira. É uma planta bem pequena, com no máximo 10 cm de altura e cerca de 4 a 8 folhas dispostas em roseta. Suas folhas são muito particulares, compostas de pecíolo e uma armadilha, divida em dois lóbulos, como uma mandíbula com 15 a 20 longos "dentes" nas bordas. O pecíolo é achatado, verde e além de sustentar a mandíbula tem função fotossíntética.
A superfície interna da armadilha, apresenta coloração vermelha e secreta néctar para atrair os insetos, nela também há importantes pêlos sensitivos. Estes pêlos tem a função de detectar a presença do inseto para que em uma fração de segundos a armadilha se feche e o inseto prisioneiro possa ser digerido lentamente. Pelo menos dois pêlos sensitivos devem ser acionados sucessivamente em um curto espaço de tempo para que a armadilha funcione. Este mecanismo evita que uma simples gota de chuva faça a armadilha se fechar em vão.
Após o fechamento da armadilha, são secretados em seu interior enzimas digestivas, produzidas por glândulas especiais. Após a digestão a armadilha lentamente torna a abrir, mostrando alguns restos do banquete, geralmente os exoesqueletos de quitina. A digestão dura cerca de 10 dias. Este processo pode acontecer cerca de 3 vezes com cada armadilha e após este processo elas são substituídas por novas folhas. A floração ocorre na primavera e revela pequenas e delicadas flores pêntameras de cor branca que dão origem a sementes pretas e brilhantes, em forma de gota.
Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em substrato preparado a base de musgo esfagno, turfa e perlita, levemente ácido e mantido constantemente úmido. As dionéias não devem ser plantadas em terra e nem necessitam adubação, que pode facilmente intoxicá-las. Jamais alimente-as com pedacinhos de carne ou insetos mortos, deixe que ela mesmo consiga suas presas. Você pode ajudá-la colocando uma fruta próximo a planta, como uma banana ou maçã. Não se preocupe se ela não caçar nada, ela não depende da caça para viver.
No inverno as Dionéias entram em período de dormência e devem ser colocadas em local bem fresco (entre 4 a 12ºC), até mesmo em geladeira, desde que resguardadas de ressecamento. Ela sobrevive sem esse cuidado, mas terá sua longevidade comprometida. No início da primavera, coloque-as novamente no terrário ou sob o sol, neste período elas emitem as hastes florais. Evite a floração nas plantas jovens, cortando fora a haste floral antes que ela alcance 8 cm. A floração exige tanta energia que pode facilmente matar a planta.
A água das regas deve ser livre de sais minerais ou cloro, descansada, de chuva ou preferencialmente destilada. Elas toleram encharcamentos, mas jamais períodos secos. Nunca brinque com as armadilhas, fazendo-as fechar à esmo, pois a planta despende muita energia para reabri-la. Multiplica-se por sementes ou divisão da planta, com uma parte do rizoma.

Hypoestes phyllostachya ou confete


Nome Científico: Hypoestes phyllostachya
Sinonímia: Hypoestes sanguinolenta
Nome Popular: Confete, face-sardenta
Família: Acanthaceae
Origem: Madagascar

De textura delicada e aspecto compacto, a face-sardenta é uma folhagem muito apreciada. As folhas são pequenas e, de acordo com a variedade podem apresentar cores diferentes, podendo ter pintas brancas, róseas ou vermelhas em um fundo verde ou verde-avermelhado.
É muito versátil no paisagismo, podendo assumir diversas funções como forração, maciços, canteiros além das diversas composições que podem ser feitas com outras espécies de plantas. O plantio em vasos também é bastante interessante. As flores roxas e discretas têm importância ornamental secundária.
Muito rústicas e de fácil cultivo, podem ser plantadas à meia-sombra ou pleno sol, em solo fértil, e enriquecido com matéria orgânica ou adubos químicos, com regas regulares. Não é tolerante ao frio e às geadas. Multiplica-se por estacas em qualquer época do ano.

Hedera helix


Nome Científico: Hedera helix
Nome Popular: Hera, hera-inglesa
Família: Araliaceae
Origem: Europa, Ilhas Canárias, África e Ásia

A hera-inglesa é muito parecida com a hera-da-algéria (Hedera canariensis) tendo porém folhas menores e mais profundamente recortadas, além de crescimento menos vigoroso. É uma planta de textura semi-lenhosa com ramos longos e reptantes, com raízes adventícias, que lhe doam a característica de trepadeira também.
As folhas são simples, persistentes, verde-escuras, brilhantes, coriáceas, alternas, lobuladas ou cordadas e podem ser variegadas de branco, prata ou amarelo, de acordo com as diversas variedades. Ocorrem também heras de porte anão, para uso em vasos. As inflorescências são pequenas belas com flores hermafroditas, amarelo-esverdeadas de pouca importância ornamental, mas que atraem abelhas e borboletas na primavera e verão. Os frutos são globosos, pequenos, negros e servem de alimento a diversos pássaros embora sejam tóxicos ao homem.
A hera-inglesa ou simplesmente hera é uma planta multifuncional. Sua beleza delicada e clássica a tornam ideal para compor com flores em floreiras ou cestas suspensas. Também é muito utilizada como forração sob copas de árvores, em canteiros, ou como revestimento. Além disso é uma trepadeira interessante em diversos tipos de suporte, como treliças, e até mesmo árvores. Sua capacidade de fixação é ideal para forrar esculturas feitas de arame e outros substratos, dando forma, volume e textura às mesmas. As diversas variedades estão amplamente disponíveis para se adaptar ao gosto de cada paisagista e jardineiro. Deve ser cultivada sob sol pleno ou meia-sombra, em solo fértil, bem drenável e enriquecido com matéria orgânica, irrigado periodicamente. A hera aprecia a umidade e o frio subtropical, e não suporta solos encharcados. É tolerante a geadas e podas para o controle do crescimento. Multiplica-se por sementes, estaquia ou mergulhia.

Alternanthera ficoidea ou Periquito


Nome Científico: Alternanthera ficoidea
Nome Popular: Periquito, apaga-fogo, periquito-ameno
Família: Amaranthaceae
Origem: Brasil

O periquito é uma planta herbácea bastante compacta de folhagem muito ornamental. Suas folhas são pequenas, oval-lanceoladas, de coloração avermelhada ou verde-clara, de acordo com a variedade. O periquito é uma planta excelente para a topiaria. Sua altura é bem pequena, tornando-a ideal para a composição de letreiros sobre gramados ou entre forrações de outras cores.
Os paisagistas utilizam esta planta para atender muitas empresas que desejam um jardim personalizado. O periquito no entando, exige alguns cuidados, seu substrato dever ser fértil e deve ser cultivado a pleno sol, com adubações nitrogenadas e regas frequentes. Além de letreiros, podem compor logotipos e outros desenhos, ou apenas como bordadura e forração. Prefere o calor. Multiplica-se por estaquia.

Sedum affin tricarpum

 Em 20/07/2012: Olha que cacho lindo de florzinhas





Bowiea Volubilis

Em 07/2010: Eu enrosco que enrosco...rsss







Nome popular: Cebola ornamental

Em 07/09/2012: Com florzinhas delicadas, eu nem sabia que essa espécie dava flor!!





Nephentes




Nomes populares: Nepentes, Planta de Jarro, Planta Carnívora
Origem: Sumatra, Malásia, Filipinas.
Muitos cultivares são confundidos. A “variedade” mais comum é a Nepenthes alata var. boschiana Weiner, porém não é reconhecida e por isso não aceita, podem ser plantadas em vasos como os de violeta até produzirem o primeiro jarro superior. Plantas adultas gostam de vasos naturais como os de casca de coco. Um vaso de uns 20-25 de diâmetro e uns 20 de profundidade está literalmente de bom tamanho para uma planta adulta (que não gigante).Substrato: Podem ser usados esfagno, pó de pinus, pedaços de casca de pinus, vermiculita, perlita, pó de casca de coco, fibra de casca de coco e outros na mistura que se preferir. Recomendo que não se use mais de 30 % de esfagno, pois esse pode rapidamente se desidratar caso não se regue por mais de dois dias (por não ficar em prato d´água). Há muitas receitas e essa espécie costumar crescer bem em um substrato que seja: Aerado, com alto poder de absorção de água, durável, mais inerte possível. Água nunca é demais. Regue por cima sempre que puder. São muito resistentes a dessecação mas sucumbem lentamente em baixa umidade. Água abundante por cima uma vez por dia está ótimo. Alguns dias sem água aparentemente não causam prejuízos (com substrato adequado). Prato de água por baixo só deve ser usado por cultivadores experientes (!), pois água parada rapidamente apodrece as sensíveis raízes e fatalmente a planta é perdida. Em dias ou locais secos pode-se borrifar água nas folhas e jarros, elas adoram! Luz: Como regra geral, muita luz, porém, indireta (!). Essa espécie faz parte de um grupo relativamente pequeno que suporta (senão gosta) de Sol direto-Meia sombra, mas é muito importante (!) saber dosar. A planta ficará muito saudável e bonita em um lugar que pegue muita luz indireta. Sol direto só com experiência.Clima: Tropical e Subtropical quente. Pode tolerar temperaturas baixas (5-10° C) se a umidade se mantiver alta. 20° C em média é o ideal. Temperaturas muito altas causam um rápido dessecamento, o que aumenta a necessidade de encurtar o intervalo entre as regas.Fertilização: Só deve ser feita por cultivadores experientes - As raízes são frágeis e podem sofrer bastante.. Não é necessária para manter a saúde e beleza da planta – ela fica muito bem com seu solo, água e presas. Alimentação: Elas se viram muito bem quando estão saudáveis (sempre capturam boa quantidade), mas se for notada uma não eficiência na captura de presas pode-se alimentá-la com insetos de exoesqueleto menos rígidos. Larvas de besouro (como Tenebrio molitor) são muito boas para esse fim. Não sobrecarregue os ascídios com muitas presas, pois isso causa apodrecimento do conteúdo e em seguida do próprio jarro.Transplante: Quando a planta atingir um tamanho robusto (e o cultivador resolver não podar) ou o substrato se esgotar a planta pode ser transplantada para um vaso maior ou do mesmo tamanho (dependendo do objetivo). A primavera é uma boa época para isso. Estacas de mudas podem ser transplantadas assim que a primeira folha com mais de 5 cm de comprimento crescer. Deve-se ter extrema cautela com as frágeis raízes nesse processo (!)Ciclo de vida: Perene. Reduz o crescimento no inverno mas não possui dormência. A floração em cultivo é incerta e seus fatores pouco conhecidos.Propagação: Por estacas do caule é a mais indicada pela praticidade e rapidez. Esse tipo de propagação é muito fácil para essa espécie que responde rapidamente ao corte. A propagação por sementes requer habilidade e paciência visto que muitos são os empecilhos para se obter e germinar as sementes e manter vivos os frágeis seedlings.

Echeveria sp

Essa é a Echeveria sp mãe!!! Tinha só um galhinho, mas cresceu !!!




Em 26/02/2010: Aonde cai, brota!









Em 05/11/2009: Temos um monte de bebezinhos aqui em casa, são tão lindas!

















Em 04/10/2009: Ela está com filhotinho...rsssss OOOOOOba! É sinal que eu estou cuidando bem dela.










Opuntia Tuna monstro


Neste vaso tem de tudo um pouco!!!


Aloe monstruosa

Em 15/07/2010: A Aloe está imensa e lindona!





Nome completo: Aloe monstruosa
Origem: África do sul
Características: É uma planta muito forte e adora o sol pleno, terra bem drenada e água uma vez na semana, adubo a cada 15 dias com adubo peters ou nutrijá. Estou aguardando para ver se ela me presentea com uma bela florzinha!! Quem sabe! Na realidade nem sei se ela produz flores!! Santa ignorância, num bom sentido...rssss

Adromischus Cristatus

Em 07/2010: A planta mãe quase morreu porque na época choveu muito e quase apodreceu, aí eu peguei o que se salvou e plantei, agora estão com filhotinhos, fiquei muito feliz porque salvei a coitadinha...






Nome: Adromischus Cristatus
Família: Crassulaceae
Origem: África do Sul
É uma planta que adora sol pleno, ela fica sempre verdinha e dá uma florzinha pequena de cor rosa e branca, tem caules ramificados, tem suas pontas onduladas e é recoberta por minúsculos pelinhos parecendo ser de veludo. Ela cresce muito lentamente.

11 setembro, 2009

Hildewintera Colademosensis

Em 10/2010: Ela deu flores, os beija-flores adoraram, e já está com novas florzinhas por sair.












Em 07/2010: Olha como ela está linda! Cresceeeeeeeeu!




























Nome científico: Hildewintera Colademosensis






Família: Cactaceae






Origem: Bolívia












É originário da Bolívia, mas precisamente na cidade de Samaipata , a 1600 metros do nível do mar. Este cactos é de fácil cultivo, sua ramagem pendente de até 50 cm de comprimento é toda revestida por espinhos em forma de pêlos que são compridos e sedosos, estes conferem a planta a semelhança ao rabo de macacos e podem ser manuseados sem medo, pois não possuem espinhos agressivos.Durante os meses de setembro a março surgem às flores tubulares e avermelhadas e frequentemente visitadas por beija-flores que são os polinizadores da espécie. Aprecia clima quente e úmido, o substrato deve ser arenoso e acrescido de matéria orgânica, bem drenado, deve ser cultivado em vasos de parede e jardineiras onde sua ramagem pendente ganhe destaque. Pode ficar exposto tanto a sol pleno, como a meia sombra, em regiões onde o clima costuma ficar muito seco o seu cultivo é recomendado à meia sombra, e nas regiões onde o inverno costuma ser rigoroso ele deve ficar protegido do frio, principalmente das geadas. A propagação é feita através de sementes ou estacas da planta. (Fonte: Sérgio David)